sábado, fevereiro 5

Agora.

Fiquei olhando pela janela, os dias passarem. Esperei, rezei, pensei, e não achei a razão da minha saudade. Passei a noite escrevendo em linhas tortas, poemas ruins. Desisti, deitei olhando para o teto, e percebi como as coisas andavam tão normais ultimamente, e como eu sentia pelo vazio no meu peito.
Olhei para fora da janela, e vi a esperança no céu. Olhei para a fechadura da porta, e vi a atitude.
Não espere, não negue, fuja agora.

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